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Calculadora de INSS 2025

Calcule a contribuição INSS com a tabela progressiva 2025 para empregados, empregadores, autônomos e MEI.

📊 Tabela 2025👤 CLT💼 Autônomo🛒 MEI🆓 Grátis

Seus dados

Tabela INSS 2025 (empregado)

até R$ 1.518,007.5%
R$ 1.518,01 – R$ 2.793,889.0%
R$ 2.793,89 – R$ 4.190,8312.0%
R$ 4.190,84 – R$ 8.157,4114.0%
Teto do salário-de-contribuiçãoR$ 8.157,41
Contribuição máximaR$ 908,86
Digite o salário para calcular

Perguntas frequentes sobre INSS

Como funciona a tabela progressiva do INSS?

Desde março de 2020, o INSS dos empregados é calculado de forma progressiva sobre cada faixa de salário — não mais uma alíquota única aplicada ao total. Isso significa que cada faixa é tributada à sua própria alíquota: os primeiros R$ 1.518,00 a 7,5%, o que excede até R$ 2.793,88 a 9%, e assim por diante. O resultado é uma contribuição menor do que a antiga tabela de alíquota única.

Qual é o teto do INSS em 2025?

O teto do salário-de-contribuição em 2025 é de R$ 8.157,41, resultando em contribuição máxima do empregado de R$ 908,86 por mês. Salários acima desse teto têm a contribuição calculada apenas até esse limite — o excedente não é tributado pelo INSS.

Quanto tempo de contribuição preciso para me aposentar?

Com as regras da Reforma da Previdência (EC 103/2019): para aposentadoria por idade, 65 anos (homem) ou 62 anos (mulher) com mínimo de 20 anos de contribuição (homem) ou 15 anos (mulher). Para aposentadoria por pontos (tempo de contribuição): pelo menos 65 pontos em 2024 para mulheres e 70 para homens, com carência mínima. MEI e plano simplificado (11%) só dão direito à aposentadoria por idade, não por tempo de contribuição.

Posso contribuir mesmo sem emprego formal?

Sim — como contribuinte individual (autônomo) ou segurado facultativo. A alíquota é 20% sobre o salário-de-contribuição que você escolher, entre o salário mínimo e o teto. Há também a opção do plano simplificado (11% sobre o salário mínimo), que só dá direito à aposentadoria por idade. Contribuir voluntariamente garante acesso a benefícios como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria.

Entendendo o INSS

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é o órgão que administra a Previdência Social brasileira. As contribuições mensais — descontadas do salário do empregado e também pagas pelo empregador — financiam aposentadorias, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-acidente. Entender quanto você contribui e como isso se converte em direitos é a base de qualquer planejamento de aposentadoria no Brasil.

A tabela progressiva 2025

Desde março de 2020, a contribuição do empregado CLT é progressiva — cada faixa do salário é tributada à sua própria alíquota, e não mais uma alíquota única sobre o total. As faixas de 2025 são: 7,5% até R$ 1.518,00; 9% de R$ 1.518,01 a R$ 2.793,88; 12% de R$ 2.793,89 a R$ 4.190,83; e 14% de R$ 4.190,84 até o teto de R$ 8.157,41. Na prática, alguém que ganha R$ 3.000 não paga 12% sobre tudo — paga 7,5% na primeira faixa, 9% na segunda e 12% apenas sobre o que excede R$ 2.793,88. A alíquota efetiva fica bem abaixo da alíquota nominal da última faixa.

O teto e a contribuição máxima

O salário-de-contribuição tem um teto de R$ 8.157,41 em 2025. Acima desse valor, não há desconto adicional de INSS — a contribuição máxima do empregado é de aproximadamente R$ 908,86 por mês. Isso significa que o INSS, por mais alto que seja o salário, nunca desconta sobre a parcela que excede o teto. Quem ganha muito acima do teto e quer manter o padrão de renda na aposentadoria costuma complementar com previdência privada (PGBL/VGBL).

Empregado, empregador, autônomo e MEI

Cada categoria contribui de forma diferente. O empregado CLT tem o desconto progressivo feito na folha. O empregador paga, por cima do salário, cerca de 20% de INSS patronal, mais RAT e Sistema S. O contribuinte individual (autônomo) recolhe 20% sobre o salário-de-contribuição que escolher (ou 11% no plano simplificado, que só dá direito à aposentadoria por idade). O MEI paga uma alíquota fixa de 5% do salário mínimo embutida no DAS mensal, garantindo cobertura previdenciária básica.

Da contribuição ao benefício

Após a Reforma da Previdência (EC 103/2019), a aposentadoria por idade exige 65 anos (homem) ou 62 anos (mulher), com carência mínima de 15 a 20 anos de contribuição. O valor do benefício é calculado sobre a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, com um percentual que aumenta conforme o tempo de contribuição. Contribuir sobre um valor maior aumenta a média — mas só até o teto. Manter as contribuições em dia e pelo valor correto é o que garante o acesso integral aos benefícios.

Por que conferir o desconto

Erros de cálculo de INSS na folha de pagamento são mais comuns do que se imagina, especialmente quando há horas extras, comissões ou múltiplos vínculos. Conferir o valor descontado contra a tabela progressiva ajuda a identificar cobranças indevidas e a garantir que as contribuições estão sendo registradas corretamente no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) — o histórico que o INSS usa para calcular sua aposentadoria. Vale consultar o extrato pelo aplicativo Meu INSS periodicamente.